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Conto erôtico – Mãe faz sexo anal com filho




Eu e meu filho sempre tivemos um relacionamento aberto, com muita intimidade e cumplicidade. E nem poderia ser diferente, pois ele é meu único filho e moramos só nós dois, seu pai faleceu há alguns anos. Eu sou morena e sempre cultivei o hábito de fazer exercícios físicos e caminhadas, por isso tenho sempre um corpo em forma. Tenho 38 anos, morena clara, seios fartos, bunda bem chamativa, coxas grossas e entre elas uma vagina sem pelos de lábios longos e bem salientes, evito vestir calça justa de lycra quando saio porque minha xoxota fica dividida ao meio.

Meu filho é um rapaz bonito de 20 anos, 1,85 cm., com um corpo atlético de encher os olhos de muitas mulheres. Tudo começou quando eu entrei no quarto de meu filho e ele estava, folheando algumas revistas pornográficas, acho que para bater algumas punhetas. Quando entrei para fazer uma arrumação, mais que rapidamente ele pegou um livro, como se estivesse estudando, mas não houve tempo pra guardar as revistas. Eu comecei a arrumar algumas coisas, até que vi as revistas que estavam na cama e não falei nada, peguei-as re levei-as até a estante e comecei a folhear uma delas. A revista era especializada em sexo anal, meu filho tirou os olhos do livro que fingia ler e percebeu que eu olhava a tal revista e fazia algumas expressões enquanto olhava as fotos e então falei: – Não sei como tem gente que faz isso”. – Isso o que, mãe? – Será que essas mulheres sentem prazer fazendo sexo anal?. – Acho que sim, só sei que particularmente eu gosto muito e as meninas não tem se queixado quando me dão o seu traseiro. Eu olhei pra ele de modo intrigante e nada disse, guardei as revistas, terminei a arrumação e sai do seu quarto. Á noite, me masturbei, e não pude deixar de pensar naquela rápida conversa, o que estranhamente me deu um tesão imenso.

No dia seguinte, tudo transcorreu bem. Após o jantar, eu e meu filho assistíamos tv quando resolvi voltar a tocar no assunto do sexo anal. Eu disse que tinha comentado com algumas amigas no trabalho sobre as revistas que tinha visto, e muitas delas confessaram que adoram fazer sexo anal, sendo altamente prazeroso. Aquele assunto lhe deixava envergonhado, mas não demonstrou e perguntou: – Você e meu pai nunca tentaram algo do tipo. – Não, ele nunca se interessou por isso e eu sempre hesitei. – Nunca é tarde para isso, quem sabe um dia você encontre alguém e realize essa fantasia. – Acho muito difícil, teria que ser uma pessoa muito especial. Para sua surpresa, eu disse que tinha pego um filme na locadora exclusivamente com esse tema, pois ficara bastante curiosa, e falei que se ele não se importasse eu iria assistir e que ele poderia assistir também se quisesse. A idéia de assistir um filme pornô comigo lhe pareceu estranha, mas aceitou. Logo estávamos assistindo ao filme, e meu filho não pode evitar de ficar de pau duro diante das belas cenas de enrabadas.

Eu também estava muito excitada, pois não tirava os olhos da tela. Em dado momento me levantei e fui até a geladeira de onde trouxe duas latinhas de cerveja. Depois perguntei: – É verdade que você tem realmente experiência em sexo anal? – É claro, perdi a conta de quantos cuzinhos eu já comi. Eu ri da expressão que meu filho usou e perguntei: – Você acha que alguém gostaria de provar o meu cuzinho? Eu me levantei do sofá e deu uma volta, lhe mostrando meu bumbum. Mãe, ninguém em sã consciência deixaria escapar uma linda bunda como a sua, você é uma mulher atraente e com certeza encontraria alguém para realizar seus desejos. – Então passar a mão para ver como minha bunda é durinha e macia. Meu filho hesitou um pouco, mas então encheu a mão na minha bunda, apalpando e alisando cada centímetro. Nem preciso dizer que, quando tirou a mão, seu pau parecia uma barra de aço. Eu perguntei: – Você comeria o meu cuzinho se não fossemos mãe e filho? – Com certeza e seria um enorme prazer. Voltei a sentar para continuar a ver o filme, mas eu já estava totalmente excitada, e tudo que queria era sair dali e ir bater uma siririca. Meu filho também estava na mesma situação e falou: – Mãe, não agüento mais, vou tomar um banho frio e dormir”. Eu ri, e perguntei: – Isso não é vontade de comer algum cuzinho? – É isso mesmo e como a única mulher por perto nesse momento é você, então teria que ser o seu cuzinho.

Eu dei uma bela gargalhada e falei: – Se eu não fosse sua mãe, com certeza lhe daria. Nesse momento meu filho já estava louco de tesão, somado às cervejas que tomamos, resolveu ser audacioso. A verdade é que o pensamento de meter seu pau na minha linda bunda virgem lhe deixou totalmente alucinado. Botou seu pau pra fora e perguntou: – Você agüentaria tudo isso na sua bundinha? Eu arregalei os olhos, talvez não esperando um gesto tão ousado da sua parte, e falei: – Deve ser muito doloroso. – Só há um jeito de saber. Eu ri novamente, entendendo o que ele queria dizer, e lhe mandou ir para o banho frio. Meu filho não se deu por vencido, e começou a se masturbar na minha frente, e falou que ninguém iria ficar sabendo. Eu olhava seu pau fixamente, pois já estava também muito excitada. Então concordei em dar a bundinha pro meu filho, desde que ninguém ficasse sabendo disso; e além disso, eu exigi que ele fosse carinhoso, por ser a minha primeira vez e que ele deveria respeitar se eu quisesse parar. Disse ainda E ainda, que não haveria nenhum outro tipo de penetração, só exclusivamente a relação anal, e que seria a primeira e única vez. Eu fui tomar banho, e meu filho foi no seu quarto pegar o pote de ky fundamental nessas situações. Quando sai do banho de camisola, completamente cheirosa ele já me esperava em meu quarto sentado na cama. Perguntei-lhe:

- Qual é a melhor posição pra você comer meu rabinho? – Fica de quatro e levanta a camisola para expor essa tua linda bunda. Quando meu filho viu o meu maravilhoso rabo, seu pau ficou mais que duro. Tirou toda sua roupa, mas eu continuei de camisola. Ele abriu a latinha de ky e passou em toda extensão do seu pau, sem tirar os olhos da minha bunda empinada que em breve ele comeria. Depois, passou o creme delicadamente na portinha do meu cuzinho, dei uns leves gemidos. Então meu filho se posicionou atrás de mim e encostou a cabeça da sua rola na portinha do meu ânus. Eu virei a cabeça e lhe adverti para ir devagar. Sem falar nada, ele pressionou um pouco, e com um pouquinho de força a cabeça entrou toda. Eu gemi alto e olhei pra trás, como querendo ver o que acontecia. Ele me segurou pela cintura e foi empurrando bem devagar, querendo desfrutar ao máximo do meu cuzinho. Eu gemia alto. Em poucos segundos ele tinha toda sua vara cravada no meu rabinho. Eu botei a mão pra trás para me certificar de que tudo tinha entrado. Então ele começou a fazer o vai-e-vem, bem suavemente, o que me fez gemer mais alto e morder o travesseiro. Depois de algumas bombeadas, ele me pediu para que lhe ajudasse jogando o meu corpo pra trás, e empurrando a bunda em sua direção. Ele precisava me dar orientações, pois era a primeira vez que eu dava o cuzinho.

Meu filho continuou bombeando, cada vez com mais força. Eu gemia feito louca, dizendo palavras sem sentidos. Ele botei a mão por baixo na minha buceta totalmente ensopada e dedilhou o grelinho. Isto teve um efeito fulminante, e eu gemi gritando, e senti meu cuzinho se contraindo apertando mais ainda o pau de meu filho que gozou e encheu meu túnel de porra eu também quase desmaio num orgasmo profundo. Ficamos um tempo engatados e só me afastei dele quando o pau amoleceu totalmente. Estávamos exaustivamente suados. Meu filho então me perguntou: – E aí minha gata, gostou? – Claro, meu amor o gozo compensa a dor.

– Então vamos tomar um banho que eu vou te fazer dormir. – Mas depois que eu dormir, não vá querer me comer de novo. Disse isso e dei uma risada e saímos pro banheiro. Chegando lá, abri a torneira e ficamos uns três minutos agarrados de frente em baixo do chuveiro e nos beijando, quando senti seu pau endurecendo e pressionando meu ventre. Eu que dissera que aquela seria uma única penetração, esqueci de tudo quando senti minha vulva sedenta de tezão e pedi pra meu filho também comer minha xoxota. Ele preferiu que voltássemos pro quarto e lá me estendi na cama para receber entre as pernas a sua pica de grosso calibre, mas antes porém, senti sua língua explorando toda a extensão da minha buceta, lambendo sugando e me fazendo gozar sem parar. Quando eu já tinha perdido a noção do tempo foi que senti seu corpo duro e cavernoso dividindo ao meio os lábios vaginais e entrando no meu priquito que ardia em brasa de tanto tezão.

Não demorou muito e tivemos um orgasmo nunca sentido, foi alucinante e gostoso. Depois de exaustos tomamos outro banho e fomos dormir abraçadinhos e desde então selamos um outro amor a mais em nossa vidas.

Conto enviado por Casada e P…

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Meu nome é Fábio, tenho 28 anos e sou técnico em eletricidade em São Paulo. Sou moreno, porte grande (1,85 m e 90 kg), e modéstia à parte, considero-me bem apessoado. Recentemente fui contratado por um casal para reformar o home theater de um apartamento no Alto de Pinheiros. Já conhecia a dona da casa, Cinthia, da época em que ainda era solteira, pois havia feito um serviço na casa de seus pais.

Fui num sábado me reunir com ela e seu marido, Fred, para conhecer a obra e propor um orçamento. Cinthia estava ainda mais gostosa do que quando a conhecera 6 anos antes: agora com 32 anos de idade, tinha ganho mais corpo. Pele branca como o leite, cabelos castanhos, puxando para o ruivo e na altura dos ombros, olhos verdes, peitos grandes e duros e uma bunda de fechar o trânsito. O tamanho era, em minha opinião, o ideal para meter – 1,55 m, com peso proporcional. Nesta reunião ela vestia legging e top, pois tinha voltado da academia, e tive que disfarçar minha ereção quando percebi a xoxota gordinha sob o tecido de lycra. O marido dela, como não poderia ser diferente, era um mala: típico empresário que viveu crendo que era o tal e portanto poderia comprar a todos. Felizmente, como ele viajava muito a trabalho, Cinthia ficou encarregada de acertar todas as questões da reforma comigo.

Na semana seguinte, começaríamos as tarefas. Cinthia me ligou no domingo à noite dizendo que poderíamos ir juntos à casa de materiais de construção. Como ela não dirigia e eu não tenho carro, ela deixaria a chave do carro do marido na portaria do prédio, pois ele estava fora da cidade. Eu deveria pegar o carro e buscá-la num endereço próximo, e então iríamos às compras. Passei às 10:00 no condomínio e, enquanto o garagista ia buscar o carro, conversei por uns 10 minutos com o porteiro, um nordestino gente boa chamado seu Francisco:

- Vai levar a dona Cinthia para passear? Hoje ela tá foda de tão gostosa…

- Nossa, seu Francisco, ela é boa mesmo. Será que pula a cerca?

- Isso eu não sei, nunca soube nada dela. Tem duas patroa daqui do prédio que são dadeira que só, eu já passei a vara, guardo até as calcinha delas como troféu. Mas a dona Cinthia nunca deu trela e eu que não sou doido de arriscar sem ter certeza, e pegar uma justa causa…

- Pois então, seu Francisco, se eu conseguir alguma coisa, trago a calcinha dela prá aumentar tua coleção!

- Há! Duvido, negão. Tu é boa pinta, mas acho que ali não rola não! Aposto uma grade de Brahma!

Ri da safadeza do tiozinho quando o Fusion novinho chegou. Tesão de carro, ainda com cheiro de fábrica. “Esse bosta do Fred é sortudo mesmo, com uma máquina destas na garagem e outra na cama!”.

Segui para o endereço combinado e me surpreendi que se tratava de um salão de depilação! “Que safada, deve estar se embelezando para mim!”. Mandei um SMS e ela logo apareceu na porta, com um vestido leve de alcinha até metade das coxas. A silhueta estava bem desenhada pelo tecido, que por ser fininho e colado, permitia a visão do contorno da calcinha.

- Fábio, desculpe fazê-lo vir aqui, mas eles são super lotados neste salão, e só tinha esse horário!

- Imagina, dona Cinthia, o importante é você ficar bonita!

Ela corou levemente e nos dirigimos à loja de material elétrico de um camarada, próximo ao Largo de Pinheiros. Paramos o carro numa duas quadras da loja e fomos conversando até o estabelecimento. Marmanjo que passava do lado chegava a andar de costas só para contemplar aquela delícia: um par de coxas brancas torneadas, uma bunda esculpida e peitos que desafiavam princípios básicos da física – o seu Francisco não tinha errado no diagnóstico, ela estava de matar!

Entreguei a lista para o atendente e perguntei pelo meu amigo, o dono da loja. Paulão apareceu em seguida, todo galanteador pra cima da Cinthia.

- Bom dia, senhorita, seja benvinda ao meu estabelecimento. Aceita uma água, um refresco?

O puto falava segurando a mãozinha delicada da Cinthia. Ri das investidas do meu amigo, que sabia por conhecimento de causa que nessa conversa mole, muita dondoca casada ia às compras e terminava pagando a conta com a xoxota ou o cuzinho.

Depois de uns 30 minutos, todos os componentes estavam separados e encaixotados. Na hora de pagar, fomos surpreendidos por um trovão ensurdecedor. Botei a cabeça para fora da loja e vi que o céu estava preto, e pingos grossos já caíam ao chão. Após cinco minutos, a cidade já estava sob um verdadeiro dilúvio típico do final do verão paulista. Sugeri que corrêssemos ao carro, pois havia perigo de inundação. Os dois quarteirões foram suficientes para que nós ficássemos ensopados. Saímos em direção ao apartamento dela e terminamos pegando a Marginal Pinheiros parada por causa da chuva, que castigava a cidade impiedosamente. Graças ao sistema de drenagem podre de São Paulo, em menos de 20 minutos a rua ia se tornando a extensão do rio. Cinthia olhava angustiada, e segurou forte no meu braço quando a passagem de um caminhão fez uma onda que sacudiu um Uninho que estava na frente.

- Dona Cinthia, temos que levar esse carro para um lugar alto, pois a coisa vai piorar…

- Concordo, você acha que consegue subir no canteiro, como estão fazendo aqueles carros?

- Acho que o Fusion é baixo, vai pegar na lataria… tenho uma ideia melhor.

Falando isso, embiquei o carro na entrada de um motel perto da ponte Euzébio Matoso.

- Não posso entrar num motel com você, está louco?

- Calma, é só para esperar a chuva passar!

Ela estava ainda mais pálida quando entregou o RG para a tia da guarita. Quem visse aquele casal tão diferente, ela toda empetecada e com aliança na mão esquerda e eu despojadão, com calça jeans e camiseta Hering, ia supor tratar-se de um casal de amantes fugindo para uma trepadinha vespertina básica. Pedi um quarto normal e fomos para lá, eu pensando que a tempestade só podia ser explicada por um alinhamento perfeito entre Júpiter e Vênus…

Guardei o carro na garagem e subimos ao quarto. Meu pau endureceu de novo quando percebi o vestidinho colado e transparente pela água, com um lado da calcinha enfiado na bundinha…

Sugeri que ela tomasse uma ducha, pois estava tremendo (de medo do que estava por vir, talvez…). Ela hesitou um pouco, mas cedeu e foi. Como não havia uma porta no banheiro, eu conseguia vê-la se banhar por de um espelho na parede. Meu pau já estava latejando. Pude ver também quando ela saiu, vestiu a calcinha, pendurou o vestido molhado e o soutien e se enrolou na toalha. Fui tomar uma chuveirada em seguida. Fiz questão de deixar o bicho já bem durango, pois não estava disposto a sair daquele quarto sem traçar aquela madame. Saí enrolado na toalha, e ela estava sentada na cama, tentando ligar para o marido no celular.

- Não consigo falar com ele, dá caixa postal direto…

Aproximei-me dela e, subitamente, deixei a toalha cair, revelando meu cacete moreno de 21 cm na altura do rosto dela.

- Por favor, pare com isso! Cubra-se! Sou casada, só subi aqui por causa dessa enchente!

- Cinthia, eu acho que as coisas não acontecem por acaso… somos adultos e temos a obrigação de aproveitar essa oportunidade única que nos foi oferecida.

- Mas eu amo meu marido, e não quero trair ele, nunca fiz isso!

- Isso não tem nada a ver com amor. Fique sossegada que eu não vou fazer nada contra a sua vontade, não sou nenhum bandido. Só peço que segure nele um pouco e então vamos embora.

Peguei sua mãozinha e coloquei no meu pau, que parecia ainda maior e mais preto junto daquela delicadeza. Ela não conseguia nem fechar a circunferência da jeba! Ela tentou puxar mas eu segurei firme, e logo comecei a fazer movimentos de vai e vem com a sua mão. O bicho foi ficando maior e mais duro, cheio de veias salientes, e com a cabeçona inchada, do tamanho de um pêssego. Ela parecia hipnotizada com o tamanho pau, tanto que não percebeu que parte da toalha tinha caído, deixando a mostra seu peito direito. E que peito! Branquinho, duro e com um bico rosa. Livrei de vez aquela escultura de marfim e comecei a mamar como um recém-nascido esfomeado. Que delícia! Uma pessoa poderia gozar só de chupar aqueles peitões. Depois de deixá-los bem vermelhos e com várias marcas de chupão, resolvi prosseguir para coisas mais sérias. Ela já me punhetava espontaneamente. Segurei-a pela nuca e puxei seu rosto em direção à piroca:

- Olha como você deixou ele, agora bota na boca e chupa, sua gostosa!

Ela encostou os lábios de leve, como se fosse dar um beijo na cabeça da pica. Empurrei o bicho boca adentro e ela quase engasgou, mas em pouco tempo assumiu a chupeta com maestria. Aqueles lábios carnudos e molhados pareciam uma bucetinha sendo fodida. Tive que me controlar para não gozar.

Estava na hora de retribuir a chupada. Deitei a gostosa de barriguinha para cima e vi uma pequena mancha na parte inferior da calcinha, formada pelos sucos que escorriam da xoxota. “Gostou de mamar, né putinha?” – pensei. Tirei sua calcinha devagar, para me deparar um pequeno retângulo de pelos castanhos acima dos lábios vaginais. A xoxotinha tinha uma entrada bem justinha, com pequenos lábios róseos e estava pingando de tão lubrificada. O perfume era tão inebriante quanto a visão. Chupei aquela buceta como nunca tinha feito em toda minha vida, socando minha língua bem no fundo. Botei o dedo indicador na vagina e pude perceber o quanto era apertada, parecia virgem! Ela se contorcia, gemia, apertava o próprio seio com a mão e mordia a fronha do travesseiro. E assim foi intensificando os gemidos até gozar.

Depois de um belo trato naquela bucetinha, eu estava pronto para passar-lhe a vara. Puxei-a para a beira da cama e levantei suas pernas, apoiando-as nos meus ombros. Encostei a chapeleta na entradinha e fiquei assim brincando, torturando a madame. Melava a cabeça da pica no seu gozo, deixando-a reluzente. Enfiava então um pouco na portinha e puxava para fora. Ela rebolava para frente e para traz, e cada vez que eu enfiava mais fundo ela suspirava mais alto.

- Pede, safada! Pede para eu te comer!

- Ahn?

- Você entendeu! Quer que eu coma sua xoxota, não quer? Então diga!

- Sim… venha, por favor! Venha logo!

Foi o suficiente para eu enfiar a mangueira quase toda. Só não entrou tudo de uma vez porque Cinthia puxou o quadril para traz:

- Calma, tudo não, machuca!

- Já levou uma rola destas, princesa? A do chifrudo é assim?

Ela virava o rosto de lado, evitando me olhar enquanto eu me esbaldava.

- Responde, puta! Ele tem um pau que nem o meu?

- Não, é menor…

- Então se prepara para ser comida por um macho pela primeira vez!

Naquela posição quem controlava a metida era eu. Conforme a xoxota foi se acostumando com o volume, eu metia mais e mais. Acelerei os movimentos, enquanto seus peitos balançavam no ritmo da trepada. Não ia conseguir segurar muito mais, e falei:

- Tesão, vou te encher o útero de porra!

- Por favor, não faça isso, não estou tomando pílula e posso engravidar!

- Não quer que eu te faça um mulatinho lindo? Deixa eu te embuchar, neném!

- Pelo amor de Deus, tira antes!

- Mas eu não vou desperdiçar todo esse leitinho… viu o tamanho dos meus ovos? Tão cheios de leite! Se não for gozar dentro, quero ver você beber tudinho!

Tirei rapidamente o pau e coloquei-a sentada na cama. Mandei ela abrir bem a boca e colocar a língua para fora, onde apoiei a chapeleta. Bati uma punhetinha de leve, bem rápida, pois o gozo já tava chegando. Ela me fitava, apreensiva, com aqueles olhões, quando o primeiro jato saiu, branco e viscoso, batendo no céu da boca e escorrendo garganta adentro. O segundo jato, mais forte ainda, bateu direto na goela, e ela quase engasgou, chegando a ficar com os olhinhos cheios de lágrimas. Mais uns três jatos se seguiram, enchendo-lhe a boca de porra.

- Bebe tudo! Não quero ver uma gota fora da boquinha! – eu dizia isso recolhendo com os dedos um tanto de porra que tinha caído no peito e levando até a sua boca.

Deitamos na cama, exaustos, ela apoiada no meu peito e ainda com cara de nojinho por ter engolido tanto esperma. Fiquei contemplando o contraste da cor de nossas peles e da delicadeza de seu corpo com a brutalidade do meu.

Fomos tomar uma ducha juntos, pois ela estava toda esporrada e não poderia ir embora daquele jeito. No chuveiro começou a putaria de novo. Ensaboando aqueles peitões e aquela xoxota meu pau renasceu rapidinho. Ela também estava excitada, pois tinha gozado na minha boca mas não na hora da trepada, e estava bem acesa. Saímos do chuveiro e continuamos os amassos no banheiro. Eu a encoxava por trás, e disse em seu ouvido:

- Linda, sua pombinha tá larguinha depois da xuxada, e eu acabei de gozar. Se for meter lá vou demorar 1 hora para gozar de novo, e acho que não temos tempo para isso.

- Ah, então vamos embora, a gente se encontra outro dia…

- Não, tenho uma ideia melhor. Vou botar no teu botãozinho que é mais apertado…

- Mas vai doer, sou virgem aí…

- Jura que se guardou para mim? – dizia mordendo sua orelha – não se preocupe que vou só botar um pedacinho, não vai machucar. Se doer eu tiro.

Já massageava o anelzinho, cheio de preguinhas, rosinha e raspadinho, com um creme hidratante que estava na pia. Os dedos entravam com dificuldade, mas fui tocando uma siririca junto e ela foi relaxando. Pedi que ela apoiasse as mãos na parede e afastasse um pouco os joelhos, enquanto eu me posicionava por trás. Neste momento, meu celular que estava na calça pendurada do lado começou a tocar. Olhei e era o corno que me ligava. Fiz questão de atender:

- Dr. Fred, tudo bom? Que é que manda?

- Fábio, tô tentando falar com a Cinthia há um tempão, mas o celular chama e ela não atende. Cheguei aqui em Aracaju e tinha umas dez chamadas dela não atendidas. Você já deixou ela em casa?

- Então doutor, caiu o maior pé d’água aqui em São Paulo, a Marginal Pinheiros virou um rio. Para fugir da enchente entramos aqui no Shopping Eldorado para esperar a chuva passar. Aí aproveitamos para fazer uma boquinha. Dona Cinthia tomou um leite batido e eu vou comer uma rosquinha agora…

Cinthia me olhava absorta, mal conseguia respirar para não levantar suspeitas que tinha passado a tarde dando para um empregado e estava prestes a levar no rabinho um cacete gigantesco.

- Ah, ok. Por favor, espere a chuva passar antes de sair, o carro é novo e a última coisa que eu quero é carro de enchente. Depois peça para a Cinthia me ligar. E aí no Eldorado tem o Outback, eles têm uma bisteca ótima, peça por minha conta.

- Obrigado, doutor, mas hoje estou mais para carne branca – disse, afastando as nádegas com as mãos e expondo o buraquinho convidativo da mulher dele, pronto para ser deflorado.

- Ok, e fique tranquilo que eu vou pagar seu dia por ter perdido a tarde inteira aí.

- Já pagou, otário – disse eu após desligar e forçar a chapeleta no anelzinho virgem.

Cinthia teimava em contrair o cuzinho quando eu empurrava. Fui massageando seu grelo com uma mão e apertava um peito com a outra, enquanto a anaconda parecia criar vida própria e achar seu caminho estreito entre aquelas duas bolas duras e perfeitas de carne branca. Cinco minutos e o bicho já estava aninhado em território inexplorado. Agora era hora de chacoalhar até babar. Segurei seus braços para traz, metendo até os ovos baterem na xoxota. Pedi que ela ajudasse, segurando uma nádega com cada mão. Assim, minhas mãos ficavam livres para dar umas palmadas naquelas coxas brancas e beliscar aqueles peitões. Vez por outra ela dava um gritinho, que eu já não sabia mais se de dor ou de puro prazer.

Levei-a para a cama de novo e deitamos de lado, ela de costas para mim, suspendendo uma perna no ar. O grosso já entrou mais fácil no cuzinho, e ela já não reclamava mais, Enfiei dois dedos na xotinha e assim ela gozou pela segunda vez, com múltiplos espasmos do seu ânus comprimindo meu cacete. Só aí gozei de novo, entupindo seu reto de porra.

Enquanto nos vestíamos, peguei sua calcinha e disse que ia levar como lembrança. Ela protestou, mas meu argumento foi irrefutável:

- Neném, para quem acordou como esposa-exemplo e vai dormir com a xoxota fodida, o cuzinho alargado e o estômago cheio de porra, ir para casa sem calcinha é refresco!

Nem ouvi o que tinha para dizer. Saímos e a chuva já tinha passado. Passei para ela a maquininha do cartão de crédito na portaria do motel, pois nem fodendo que eu ia morrer com quase 300 pilas por uma trepadinha.

Encostei o carro e orientei o garagista sobre o material que estava no porta-malas. Ela saiu andando torta, com dificuldade por causa do cuzinho e a xoxotinha esfolados, e dos litros de porra que provavelmente escorriam pelas pernas. Fui para a portaria feliz, e ao encontrar o Seu Francisco, estendi minha mão entregando-lhe um pequeno volume e disse:

- Meu chapa, xoxota e cuzinho em uma tarde. E ainda bebeu porra. Tá aqui teu presente, depois vamos tomar aquelas Brahmas que te conto com detalhes.

Afastei-me ao som das gargalhadas do tiozinho, que esbravejava: “nego feladaputa! nego feladaputa!”.

Conto enviado por Fábio

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Este conto é real, aconteceu quando eu tinha dezoito anos, sempre me excito com os contos daqui, principalmente os que falam de traição, acho excitante pra cacete esse tema, o conto que segue é de quando eu fodi com a mulher de um conhecido, o casal era evangélico, e a mulher estava grávida!

Sabrina era uma adolescente muito lindinha com dezesseis anos vivia com a mãe e mais duas irmãs, a irmã mais velha já havia se casado, e, conseqüentemente não morava mais com a mãe, Sabrina, sua mãe e as irmãs eram evangélicas, por imposição da mãe, que era muito respeitada no meio evangélico, cobrava muito das filhas, e tentava a todo custo casá-las na igreja, dizia que não queria ver as filhas sofrendo e sendo “abusadas” por homens, muitos anos depois descobri que sua mãe, antes de se converter ao evangelho, já havia curtido muito, gostava muito de sacanagem, já havia sido prostituta, e gostava da putaria.

Minha mãe também era evangélica da mesma igreja que Dona Neusa, mãe de Sabrina, de tanto minha mãe insistir acabei por freqüentar sua igreja, e mais tarde me converter ao evangelho, assim conheci Sabrina, jovem, linda, simpática, quase perfeita; quase, pois tinha um noivo, e iria se casar, tornei-me amigo e confidente de Sabrina, com o tempo veio a confiança, e Sabrina confessou que iria se casar por imposição da mãe, pois não amava o noivo, este por sua vez extremamente apaixonado, construiu uma bonita casa para viver com Sabrina, esta me confessou que sua mãe a obrigaria a casar, pois ela perdera a virgindade com seu noivo, pois numa discussão com Dona Neusa, Sabrina foi chamada de “puta” por sua mãe, fato este que gerou rancor em Sabrina, então Sabrina disse: “então a senhora me chamará de puta com razão”, procurou seu noivo e fez sexo com o mesmo, perdendo assim sua virgindade. Dona Neusa ao saber disso quis casar a filha a todo custo com o noivo, nesta loucura toda a única voz da razão foi do padrasto de Sabrina, que ao saber que a enteada não amava o noivo fez uma reunião com ambos, perguntando se o noivo amava Sabrina e teve a resposta “sim”, ao perguntar se Sabrina amava o noivo a resposta foi “não”, então seu padrasto disse: “então o casamento está desmarcado”, para Sabrina foi um alívio, para seu noivo um sofrimento, pois além do sentimento não correspondido havia ainda a perda financeira, pois a casa construída foi em um terreno doado por Dona Neusa para sua filha, ou seja, mesmo sem haver casamento Sabrina ficaria com a casa. Dona Neusa ao saber do ocorrido teve um ataque de histeria “Sabrina, você quer me matar? O que irão dizer de mim? De nós? Tudo já pronto! E você faz isso? Por favor, minha filha, não me mate de vergonha!” Sabrina não suportou ver a velha puta daquele jeito e reatou o noivado, e, conseqüentemente o futuro casamento, para alegria, momentânea, do futuro corno.

Sabrina já estava com dezoito anos quando houve o casamento, Sabrina não estava nada feliz, e isso era perceptível a todos, Dona Neusa por sua vez estava radiante, parecia que quem iria entrar na pica era ela, eu a par de tudo, mas jovem e sem iniciativa nada fiz para evitar aquilo, pouco tempo depois Sabrina soube que estava grávida de uma das poucas e frígidas vezes que fizeram sexo, isso parecia que piorava a situação, Sabrina ficou mais triste ainda, Dona Neusa e o futuro corno eram só alegria.

Como disse, eu era seu confidente, e minha amizade dava um pouco de conforto a Sabrina, antes de me tornar evangélico eu me masturbava constantemente, várias vezes por dia, atualmente eu prefiro me masturbar estimulando a base do pênis contra minha mão, deitado de bruços, mas antigamente eu tocava a tradicional punheta, com movimentos rápidos e constantes, o que acredito, ajudou a desenvolver meu pênis que media cerca de 20 cm, não era exatamente um colosso, mas era bem maior que a média, hoje podem acreditar mede 18 cm, o que faz com que eu acredite mais na minha teoria do exercício peniano, que age como se fosse mais um músculo que, se exercitar desenvolve, se parar murcha.

Eu e Sabrina trocamos algumas carícias, e rolou alguns beijos, mas não passou disso, havia uma estória de se que um urubu cagasse em cima de um homem esse homem ficaria broxa, impotente, eu por ser respeitador (entenda-se por otário), as irmãs de Sabrina diziam que eu fora vitima de um urubu. Certa noite Sabrina começou a brincar dizendo “quer dizer que o urubu te acertou, não é”, “é ruim menina, tenho potência para dar e vender, quer ver?”

Sabrina deveria estar com seis meses de gravidez, com a barriguinha bem saliente, não sei bem como, mas fomos parar em sua casa, que estava bem escura, pois o maridinho, já prestes a ser corno de fato, havia ido para um culto, ao entrar em sua casa já agarrei Sabrina, fui beijando e acariciando, ela não ofereceu nenhuma resistência, pelo contrario, correspondia cada carícia, cada beijo, Comecei a sugar seus mamilos, minha mão desceu de encontro a sua xoxotinha com poucos pelos e bem molhada, pus meu dedo em seu grelinho e comecei uma siririca, Sabrina gemia, me beijava com uma vontade espantosa, parecia que iria me devorar. Comecei a baixar sua calcinha, que estava toda molhada, Sabrina estava de vestido, após tirar sua calcinha, deitei-a no chão da sala, abri suas pernas e meti a pica numa estocada só, Sabrina soltou um grito, parei assustado e perguntei se a havia machucado, Sabrina disse que não, deu um sorriso e disse para eu continuar, estava bem molhada, deslizante, mesmo assim apertada, eu metia com força e tesão que não consigo explicar, estava tão bom que derramei um rio de porra em Sabrina, pois havia muita, pois há um bom tempo que não me masturbava, cai para o lado sem ar, meio que passando mal, Sabrina, minha amiga, agora minha amante havia tirado meu “cabaço”, foi minha primeira vez, naquela noite, mais tarde o corninho procurou Sabrina, ela me contou que ele ao penetrá-la, viu sangue, e perguntou “meu amor eu te machuquei”, Sabrina apenas deu uma pista e disse “não, está tudo bem.” E sorriu, seu sorriso era de vingança, pois havia sido fodida por outro, se sentido assim vingada do agora corno, pois ela achava que ele, ao saber que ela não o amava, deveria não ter se casado com ela, pois ela se casara por imposição da mãe, Sabrina foi minha primeira mulher, devido ao conflito de consciência abandonei o evangelismo, Sabrina não, pois dizia que havia muita cobrança por parte de sua mãe e seu marido, continuamos a foder na minha casa, na sua casa e na casa de sua mãe, mesmo após o nascimento de seu filho, após isso Sabrina ficou grávida de mim, mas sofreu um aborto espontâneo, ao terminarmos nosso romance devido a eu ter me apaixonado e queria cobrar demais, nos afastamos durante certo tempo, nos tornamos apenas amigos, mas seu marido continuou a ser corno, pois Sabrina teve outros amantes depois de mim inclusive o próprio irmão do corninho.

Se gostarem do conto escreverei mais, de quando pus a irmã mais nova de Sabrina para pagar um boquete, e de outras vezes que eu fodi com mulheres de “amigos”.

Conto enviado por Betinho

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Olá meus amigos. O que vou contar aconteceu comigo em Curitiba no mês de outubro/2011, mas antes irei me apresentar.

Meu nome é Daniel resido na cidade de Curitiba há 5 meses, sou branco, tenho cabelos grisalhos( apesar da cor tenho 24 anos), tenho 1,81 de altura, olhos castanhos claros, uma postura de chamar atenção, sou simpático e muito atencioso.

Era um dia ensolarado e nesse dia resolvi que iria sair para cortar cabelo. Como eu estava muito atarefado e sem tempo, decidi ir ao primeiro lugar que eu viria. Estava de carro passando por um bairro que mal conhecia quando avistei um salão de beleza feminino. Entrei, e avistando quem parecia ser a dona, eu logo perguntei pelo corte e se cortava cabelo de homem também. Assim que ela me disse as informações do corte, eu decidi que seria ali mesmo.

- Pode sentar ali pra você aguardar a sua vez. –Disse a dona do salão apontando para um sofá de couro onde estava uma mulher de pernas cruzadas mais gostosas que já tinha visto na minha vida. Era uma morena de olhos azuis aguados (olhos azuis muito claros) e um corpo lindo em forma, com coxas grossas, traços finos no rosto(tipo europeia), magrinha(sem barriga) e de seios fartos, porém duros e estavam escondidos num vestido de cor preto que cobriam só até a metade das coxas, parecia ter uns 26 a 28 aninhos e 1,63 de altura. Logo que sentei não hesitei e puxei assunto como quem não quisesse nada e disse: – ai ai, está quente hoje né?

Ela com um tereré (bebida de mate com agua gelada) na mão disse com uma cara de desinteresse: – é, ta mesmo.

- Eu vim pra Curitiba querendo frio e está mais quente do que onde eu estava.

- Você é carioca?

- Como sabe?

- Pelo sotaque.

Eu disse: – você errou, sou mineiro.

- Você tem sotaque de carioca – ela rebateu.

- É porque sou de uma cidade de minas gerais que fica bem próximo ao Rio de Janeiro.

- humm legal, adoro o jeito que os mineiros falam. Esse negócio de poquim, cadiquim…acho tão lindo.

Eu disse: – sério? Acho feio.

Ela: -Ah , não é nada é muito bonitinho, sem falar que os mais feios de minas são os mais bonitos aqui do sul.

Eu: – É. Isso você que está falando, meus votos são pro sul…as mulheres aqui são show…

Com isso nossas conversas só foram ficando mais profundas (intimas), notei um clima e a mulherada do salão tudo prestando atenção em nós dois, acompanhando feito novela, prestando atenção em cada coisa que eu dizia a ela. Nesse tempo chega uma mulher e também senta ao meu lado. Penso eu: – Vou conversar com essa nova amiguinha, pra outra não achar que está com a bola toda, porque se não ela vai se achar e me esnobar. Então conversava com a nova amiguinha e continuava dando papo pra gostosona. Volta e meia comia ela com os olhos, ela era super gostosa e eu estava ficando muito excitado, não sei se ela reparou, mas meu pau estava duro, rígido, grosso e volumoso debaixo da calça social preta que eu vestia. Dava vontade de fazer sexo com ela ali mesmo, chupar aqueles seios e aquela buceta na frente de todo mundo. Mas me contive guardando meus pensamentos e continuei a conversar.

Nisso ela me disse que quando visitava o irmão em Campo Grande(MS), os rapazes perguntavam quem era a mulher que o acompanhava e ficavam tudo de olho. Ela me disse com um jeito e um sorriso como quem se lembrava e gostava de se sentir desejada. Ela dizia: – eu ficava nervosa. – mas dava pra ver no olhar que não era bem assim.

Nossa conversa continou e ela me disse que não era morena de verdade, que aqueles cabelos pretos na verdade eram loirinhos, loirinhos. Não sei por que, mas no fundo eu sabia que ela era loira. Disse-me também que era casada e estava prestes a se mudar pra São Paulo e que o marido estava viajando pra arrumar as coisas primeiro, ver onde iriam morar e tudo mais.

Minha hora de cortar cabelo chega e a moça que iria fazer o corte me chama para sentar na cadeira de cabeleireiro. Assim deu um tempinho e ficamos sem conversar, mas eu estava doido pra continuar o papo, porque sabia que a qualquer hora ela podia ir embora e eu não conseguiria mais falar com ela.

Sentei na cadeira de cabeleireiro e ela sentada de onde estava continuou a conversar comigo. Não dava para falar muito por causa do corte, então parei de conversar e esperei o corte passar. Vi que ela estava fazendo uma hora no salão, eu não sabia o por que, mas logo ela me disse que era vizinha do salão e que morava a uma quadra dali e que direto estava lá conversando com as meninas, pois estava de férias e não tinha muita coisa pra fazer, não tinha filhos e seu marido sempre viaja a negócios.

Acabando o corte, paguei a mulher e logo fui em direção a morena gostosa, perguntei o nome dela e ela com todo prazer me disse que se chamava Cintia. Eu estava ficando sem graça de tanto todo mundo prestar atenção na nossa conversa, disse meu nome pra ela e fui embora.

Entrei no carro pensando: – Cara, não acredito…uma mulher daquela e você vai deixar passar assim??? – estava nervoso e não acreditando na mancada que eu tinha dado.

No outro dia, resolvi que iria voltar lá pra ver se conseguiria vê-la de novo, fui no mesmo horário que eu tinha encontrado a Cintia no salão. Era na hora do almoço, eram mais ou menos 13h30m. Cheguei no salão e perguntei a uma mulher se ela saberia me dizer onde morava a mulher com que eu tinha conversado um dia antes. Ela com toda boa educação me levou até o passeio em frente ao seu salão e apontando com o dedo me indicou onde a delicia da Cintia morava. Eu agradeci e fui lá pro portão da gostosa.

Notei que não tinha campainha, nem interfone, peguei e bati palmas para chamar. Bati palma uma vez e nada. Bati a segunda vez e nada também. Quando eu ia bater a terceira palma ela me aparece esfregando a cara que estava toda amaçada por estar dormindo naquela hora em sua residência. Notei que eu estava de frente pra uma mulher que era linda realmente e gostosa, pois mesmo com a cara amaçada era uma delicia e suas pernas que ficavam em um shortinho realmente dava muito tesao.

Cheguei e disse: – oi Cintia,…tudo bom?

Ela: – Tudo.

Eu disse: – Lembra de mim…

Ela: Ah sim, Daniel né?.

Eu disse: – isso.

Ela: hum…(não entendendo).

Eu disse: – Então você me disse que vai mudar pra São Paulo, eu achei interessante. (disse pra despistar o cérebro dela, pra ela não pensar coisas).

Ela me olhou com uma cara tipo assim: – Que coisa.

Eu disse: – Então… Mas pode ficar tranquila que eu vim aqui não foi pra falar disso não, eu vim aqui pra te chamar pra sair.

Ela na mesma hora retrucou: – O que? Eu sou casada… Você é doido?.

Eu disse: – Ahhh, isso é normal hoje em dia….Oque que tem? – mostrei pra ela que não me importava.

Ela: – Não quero rolo pro meu lado não Daniel, acho melhor você ir embora…

Eu disse: – Calma você esta pensando besteira. Nossa como você tem mente suja.

Ela me olhou com uma cara quieta e eu disse: – Não estou de prometendo nada, apenas uma conversa. Nós saímos, conversamos…nada de mais.

Ela: – Ah não sei…

Eu disse: – O que você vai fazer mais a noite?

Ela: – Ah, eu vou ajudar minha vizinha com compras, sempre vou com ela.

Eu disse: – Então você está livre.

Ela disse: – Não sei.

Ela disse novamente: – Ah Daniel, eu sou casada, não quero problema pro meu lado não…

Mas eu logo reparei que não era bem assim não e disse pra ela: – Faz o seguinte, me da o seu número e conversamos mais a noite. Tenho que voltar ao trabalho ( querendo demonstrar que não iria ficar a vida toda ali só por causa dela).

Ela me passou o número e logo amansou dizendo: – Me liga lá por volta das 18h30m…aí conversamos…

Pensei: – Ahhh safada. É assim né? Está com vontade e fica fazendo de difícil… tá bom então.

Peguei o número dela e levantando de onde estávamos sentados, já nos despedindo eu disse: – Me dá um copo d’água? – E ela com toda boa educação de uma putinha foi entrando pra casa e sem falar nada eu fui acompanhando atrás, metendo os olhos naquela bunda maravilhosa que eu não tinha reparado quando estava no salão e logo seus pontos aumentaram comigo.

Perguntei também se eu poderia usar o banheiro.

Saindo do banheiro ela veio em direção a mim com a jarra de água na mão direita e o copo na esquerda, não aguentei e não deu outra, fui com muito desejo pra sua direção, passei meu braço por sua cintura, trazendo ela pra mim e comecei a beija-la bem quente com muito tesão e vontade descontrolada. Ela segurando a jarra também me beijou com bastante vontade, até que parou e disse: – Espera, vou colocar a jarra na mesa. E virando-se em direção a mesa, eu a peguei por trás e a fiz sentir meu pau com aquela bunda que parecia ser muito gostosa.

- han? Ai – gemeu com pouco de susto da pegada por trás, mas entregou-se com vontade amolecendo-se de prazer. Puxava o cabelo dela e metia minha língua pra dentro de sua boca…- Estava com uma cara de vagabunda querendo vara. Sua boca aberta e os dentes fechados denunciavam isso.

- Ai… – dizia ela bem baixinho sentindo prazer pelos puxões.

Não aguentando comecei a passar minha mão na barriguinha dela por cima do baby look enquanto roçava em sua bunda com meu pau que a essas alturas estavam apontando para o céu. Logo coloquei minhas mãos nos seus seios por debaixo do sutiã e do baby look e dizia em seu ouvido: – gostosa hein,….quem bunda maravilhosa….que delicia

Ela roçando a bunda no meu pau dizia: – é?… – com uma voz doce, suave e derretida .

Eu disse com tesao nos pés dos ouvidos dela: é…

- Você quer assim? – disse ela aumentando suas reboladas

Eu dizia: – quero….quero muito mais….quero você todinha…todinha – e logo desci com minha mão para aquela buceta que estava bastante quente e úmida.

Ela disse baixinho: – tá vendo?….viu como tá – segurava em minha nuca e rebolava com sua bunda na minha vara.

Eu dizia: – É bem gostosa…

Peguei e tirei a blusa dela deixando espalhada dela sala, logo em seguida tirei o sutiã e cai de boca em seus seios, chupando com muita vontade e tesão. Peguei com as duas mãos e contemplei aquela delicia.

Logo disse pra ela passando a mão em sua xaninha: – Que gostosa hein!?, vou te chupar muito…quero você gozando na minha boca sua gostosa….puta…safada… – onde é seu quarto?

Fomos num pega-pega até o quarto dela, onde tinha uma cama box com lençóis brancos, numa altura ideal pra eu ficar em pé e comer ela deitadinha. Coloquei-a na cama e cai de boca naquele bucetão (sem reparar como era) que me deixava doido com o gosto e o cheiro de uma mulher bem gostosa com tesao e com muita vontade de fazer sexo, como quem estivesse na falta a algum tempo. Abria com meus dedos e passava minha língua bem no grilinho dela e recolhia todo o gosto com minha boca.

Eu dizia: – Ahhh…que delicia…que mulher gostosa – eu estava em pé na frente da cama dela olhando aquela buceta enquanto eu abria suas pernas e a segurava pelas canelas. Era uma obra maravilhosa que eu via, uma buceta pequena porém carnuda e molhada, com os lábios rosados, com alguns pelos.

Ela me retribuiu com um sorriso em seu rosto e eu cai de boca naquela xana molhada…

Sentia muito o gosto de buceta sedenta por pica e logo colocando dois dedos pra dentro da buceta eu disse: – olha que delícia,…apertada hein meu amor…

Ela disse: – Agora é só sua….

E eu começei a fude-lá com meus dedos e ela relaxou ainda mais a perna abrindo e se entregando….

Naquele momento eu não aguentei e tirei meu cacete pra fora que estava arrebentando minha calça e falei: – Aqui o que eu trouxe pra você – Ela lambeu a boca , me masturbou e logo em seguida mamou muito, chupava igual uma bezerra e fazia espumar meu cacete.

Como meu pau não cabia tudo na boca dela, a ajudei um pouco forçando sua cabeça carinhosamente contra ele. Doida de tesão ,ela tirou meu pau da boca e me punhetando freneticamente e com vontade ,dizia: – Seu puto, que pau gostoso. Você é um puto mesmo. Gosta de viajar e meter em mulher casada né?…é isso que você quer?

- Quero muito te fuder minha puta, gosto de mulher casada sim e você tá adorando a rola né, vagabunda….gostosa – disse eu indo a lua de tanto prazer. Ela retribuiu sorrindo pra mim e voltando pra sua mamada.

Não aguentando mais, fiquei de pé na frente da cama dela enquanto ela ficava deitada pra mim, eu abria suas pernas segurando por trás do joelho e empurrando contra sua direção. Foi nessa primeira posição que ela iria experimentar meu cacete com a bucetinha. Nisso resolvi meter com vontade, deixar meu cacete trabalhar. Coloquei com vontade meu cacete que estava duro feito uma rocha e bem grosso. Coloquei e logo senti meu pau deslizando pra dentro de uma buceta bem apertadinha e molhada. Sentia-o ser bem agasalhado pelas paredes da sua xaninha e disse: – Que delicia,….que apertadinha….que puta….gostosa….

- mas que cacete também né… – disse ela sentindo prazer e olhando para mim.

- gosta assim amor? Ta gostosa minha buceta, ta?

- ta muito gostosa delicia…que buceta safada….toma….- disse aumentando as estocadas e louco de tesão.

Subi em cima da cama e a levei para o meio, a coloquei de quatro, segurei pela sua cintura e enfiei meu cacete todo, devagar e com carinho na sua buceta que estava apertada. Nisso ela olha para mim e faz um ai com a boca sem emitir som. Eu com mais tesão repeti de novo o que tinha feito e novamente ela tinha me olhado fazendo um ai com a boca sem emitir som. Notei que ela era rasa, mal cabia acho que 16cm, colocava com carinho e notava as paredes de sua xana se abrindo, se desprendendo aos poucos, parecia quase virgem(sensação maravilhosa). Não aguentei e segurei sua cintura com a mão direita e em outro gesto meti com vontade, sentindo aquela buceta bem molhada , parecia que no fundo da xana dela estava cheia de liquido, ela estava sedenta e molhada, nisso meti com mais vontade e urrava de prazer: – Ahhh…que gostosa meu amor… – ela retribui sorrindo e mordendo os lábios, ela estava curtindo e eu disse: – agora quero ver como você dá, tá meu amor? – a deixei brincar, dando pra mim de quatro, dando pra trás e ela me perguntava: – Assim amor?

Eu dizia: – Isso…- ficava louco de prazer e dizia: – que mulher gostosa…

E ela gemia e dizia novamente rebolando no meu pau e dando pra trás: – assim…é? – fazia cara de safada. Em seguida ela disse: – Você tá me alargando toda…mas eu gosto…tá ardendo mas eu gosto…

Eu escutava e ficava com mais tesão ainda

Até que ela pediu pra descansar a xaninha e falei: – aé!?…então veem mamar …quer descançar é?…bota essa boquinha aqui no meu cacete bota…

Ela agarrou no pau e caiu de boca passando a língua desde o talo até a cabeça…segurava meu cacete e repetia o seu gesto de carinho e gratidão pelo o sexo que nós estávamos fazendo.

Ela chupou freneticamente e pediu pra sentir minha porra, eu disse pra ela: – então mama gostoso essa porra, esse caralho. E ela aumentou o movimento…

- quer porra é? Quer leitinho?

Ela disse: – muito…

Eu disse me deitando pra ela preparar pra cavalgar: – então senta gostoso no seu macho aqui vem…da a buceta vem….fode no meu pau….senta com vontade que vou te dar leite….

Nisso ela direcionou meu cacete pra sua bucetinha e relaxou gostoso na pica. Peguei em sua cintura e falei bobando nela: – toma sua safada….senta no pau do seu macho( ja estava com tanto tesão que meu pau e as bolas estavam doloridas, já previam que iria gozar feito um louco)…

Ela disse: – Aaaaiiii….que gostoso Daniel…. Daniel me fode Daniel….me fode….

Eu disse: – ok, você que pediu – comecei a fazer o movimento bem rápido onde meu cacete fazia o movimento de vai e vem, meu pau duro feito uma rocha e meu saco castigava sua bucetinha. Ela estava apanhando com meu saco. ela ficava doida…começou a gemer alto e segurar a dor, dizia em seus gemidos: – aaaaaaaaiiiiiiiii……..ta doendo…..ta doendo…..me fode…..eu gosto…..vou gozar….safadooooo….seu puto…. Cachorroooooooooo…..aiiiiii……fode essa casada que precisa de pica…

Nessa ultima eu não aguentei e urrei: -aaaaaa…..que delícia…..aaaaaaaaaaaa….que puta

Ela disse: – Casadinha…..

Eu disse: -aaaaa….que delícia

Ela disse: – Fode a casadinha vai ( ela percebeu que isso me deixava doido com o pau mais duro ainda a ponto de gozar)…

Ela disse: – me fodeeeee….me fode…..me fodeeeee…..

Eu a fudendo bem forte e dando cada estocada violenta fiquei com muita vontade e um gozo forte explodiu dentro da bucetinha dela. Apertei-a contra mim e disse: -aaaaaaaaaaaa…..gostosa…..gostosa….toma o leitinho, toma o leitinho….

Ela sentou ao meu lado e logo em seguida eu fiquei em pé ao lado dela em cima da cama para bota-la pra tomar todo o mel que eu acabava de fabricar especialmente pra ela. Foi impressionante, mas eu não me contive e continuei com muito desejo ainda.

- olha como eu to….to de pau duro ainda….quero aliviar isso – Disse eu mostrando o cacete pra ela.

A peguei pela cintura e a coloquei de quatro passando a mão na sua xaninha, mas notei que ali não seria mais suficiente, precisava de algo mais intenso, resolvi comer o cuzinhu dela.

Estava com uma cara excelente, bem limpinho, depilado e um bumbum lisinho. Chupei desde a xaninha até o cuzinho. Que gosto, que delícia.

Peguei minha tora, dei um tapa na bunda dela e a xinguei de puta, cadela e logo fui penetrando, reparei que ela relaxava e suas pernas ficavam bambas. – ela dizia: – aíiiii que delícia, que gostoso….que pau…

Vou gozar gostoso, agora é minha vez….

Eu disse baixinho: -é.

Ela: é…to doida pra dar o bumbum, mas ninguém quer comer….

Eu disse: – aquele corno não te fode não?

Ela disse: – assim igual você não….que pau gostoso…deve ter fudido várias já né?

Eu disse: – casadas, solteiras e viúvas.

Parei de conversar, pois estava ali pra dar a ela o maior prazer que ela podia ter tido com um homem. Fui pra fude-la bem gostoso e faze-la gozar.

Nisso meti com força, com vontade pra arrebentar um cu, mas antes da hora ela acabou gozando, ficou bamba e percebi um liquído branco, um jato bem forte escorrendo da xana dela caindo direto pro lençol da cama. Continue fudendo e logo em seguida ela gozou de novo e nesse gozo não aguentei e acabei gozando também.

Ela ficou toda mole e deitou fraquinha na cama, passando a mão na xana e fazendo uns negócios estranhos com a boca. Parecia que estava em outro no mundo. Acabará de entrai no mundo dos prazeres das casadas que traem.

Depois disso dei um banho nela de língua no cu e na xaninha, levei ela pro chuveiro e logo ela me revelou outro desejo que o marido nunca fizera porque era muito conservador e tradicional, ela me pediu pra levar um banho de mijo. Atendi seu pedido e logo joguei um jato bem na cara dela, um no cuzinho e outro na xaninhae na boquinha também. Me senti pela primeira vez transando com um puta de verdade.

Aquela situação me deixou com muito tesão, seu corpo brilhava por causa do banho de urina e eu avia no chão toda cansada e desgastada por causa de mim e do nosso prazer, logo senti meu cacete endurecer de novo e botei ela pra mamar, pra tomar porra e ela obedeceu. Chupou bem gostoso, deslizava sua língua do talo até a cabeça num ritmo médio, nem muito rápido e nem devagar, ela segurava no pau e apontando ele pra cima chupava as bolas com carinho, como se fosse bala. Depois novamente ela subiu passando a língua do talo até a cabeça, passou também a língua no canal onde saia o esperma e depois dessa brincadeira ela foi devagar enfiando meu pau em sua boca olhando para mim. Era maravilhoso ver aquela mulher agachada na minha frente, com seus olhos virados tentando olhar pra mim e chupando gostoso meu pau. Sua boca quente deslizava nele com muito carinho e espumava. Ela cuspia nele, enchendo de saliva e tomando tudo de novo. Seu queixo ficava com uma mistura de saliva e liquido pré-gozo. Cada vez ela aumentava mais suas investidas. Quando ela segurou em minhas pernas e aumentou a intensidade, sua boca já parecia mais uma buceta e eu gozei. Gozei gostoso no fundo de sua garganta e ela tomou tudo, agradeceu e me deu um beijo bem quente e molhado.

Depois disso tomamos um banho maravilhoso juntos, onde eu a ajudei a lavar todo seu corpo, mas tive que ser rápido, pois estava atrasado para voltar ao trabalho. Ela toda feliz me deu um beijo de despedida segurando-me no rosto e disse que me esperava. Mas isso eu conto outro dia…

Conto enviado por daniel23ctb

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